segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Será que “ser usado” por Deus significa ter a “aprovação” de Deus?

Será que “ser usado” por Deus significa ter a “aprovação” de Deus?

A diferença entre ser usado por Deus e ser aprovado por Ele.

Eu estava orando sobre várias coisas, e disse assim: “Deus, me usa… Me usa para essas coisas…”
E então, enquanto eu orava pedindo a Deus que me usasse, o Espírito conduziu minha boca a uma oração, Ele colocou esta fala na minha boca, e sem que eu pensasse saiu assim:
“Mas não é só isso que você precisa orar, não é só: Me usa, me usa… O mais importante que você tem que orar é:
Me ajuda a obedecer a Sua direção, a obedecer aos Seus comandos e as Suas ordens. Isso é o mais importante.”
Mais importante que ser usado por Deus, é ouvir a Sua voz e obedecer aos Seus comandos.
É aí, “nesse lugar”, que muitos crentes se perdem.
Muitos não sabem de uma grande verdade:
Ser usado por Deus, não significa ter a aprovação de Deus.
Isso é um fato.
E da mesma forma: riquezas, boa condição financeira e boa aparência também não significam que a pessoa está sendo aprovada.
Muitos só atentam para o exterior, para os dons, para o quanto a pessoa é usada por Deus, mas não atentam para o caráter de quem está sendo usado por Deus.
Muitos querem ser usados, desejam isso acima de tudo… Sabe porque?
Porque ser usado por Deus atrai os “holofotes” para nós, atrai a atenção das pessoas, atrai o reconhecimento… E é isso que a nossa alma traiçoeira e enganosa tanto deseja: O reconhecimento das pessoas ao redor, o “aplauso”, o “tapinha nas costas” como sinal de aprovação.
Em outras palavras: A nossa carne deseja a vaidade, ela é suscetível a isso.
Mas será que está errado querer ser usado por Deus?
Claro que não.
O problema não está em “ser usado”. O problema é quando nós pensamos e acreditamos que isso é o máximo, que isso nos faz “bons”, que isso nos faz melhores que os outros, e que isso é tudo que precisamos para sermos aprovados. Que grande engano cometemos.
Certa vez eu ouvi o Pr. Eber ministrar, e no meio da palavra ele falou sobre aprovação de Deus. Me lembro bem quando ele disse que o que nos faria aprovados por Deus não era a nossa alma (as vontades da nossa alma e da nossa carne, nem as realizações delas), mas o que nos faria sermos aprovados por Deus seria: A realização das vontades do Espírito Santo em nós, ou seja, as vontades do Espírito governando sobre as nossas vontades (o governo do Espírito sobre a nossa alma) e a negação das nossa vontades por amor ao Senhor.
Aquilo foi uma surpresa para mim que, na época, ainda tinha muito humanismo escondido na alma, ainda pensava que sabia mais que Deus.
Foi quando comecei a caminhar nessa jornada pela vida Governada pelo Espírito…
Esse é o nosso grande desafio nesta vida: enquanto vivermos, teremos que lutar, nos esforçar, para submetermos as nossas vontades à soberana vontade de Deus, ao governo dEle sobre nós.
Sabemos que Deus opera em nosso espírito, ou seja, é do nosso espírito que fluem os dons espirituais, é dele que vem o mover de Deus em nós. É nesse lugar que “somos usados” por Deus, e esse, é um lugar em nós que não controlamos. Não temos o poder de controlar.
Porque?
Porque não temos controle sobre o nosso espírito?
Porque ele não nos pertence.
Ele não foi “comprado” por nós, não foi conquistado por nós.
O mérito não é nosso, é de Deus (agindo em nós). Por isso, ser usado por Deus é algo cuja glória e reconhecimento pertencem só a Deus
É Ele que decide usar quem Ele quiser, na hora e do jeito que Ele quiser.
A glória não é nossa, não somos nós que decidimos como ou quando Deus vai nos usar, mas é Ele quem decide e opera isso em nós.
Por causa da vaidade, da fama, do dinheiro e dos holofotes, muitos tem “mudado o foco”, mudado a meta, e perdido a direção da “porta estreita” e do “caminho estreito” (Mateus 7.14). Muitos crentes e ministros do Evangelho, tem deixado de ouvir a voz de Deus e de obedecê-lo, e trocado isso pelo ativismo de: fazer, fazer, fazer e ser usado “a todo vapor”.
“Ser usado por Deus” não pode ser mais importante que obedecer. Não pode nos envaidecer ou ocupar o nosso coração acima de “obedecer a Deus”, porque obedecer é mais importante que ser usado. E quando obedecemos, acaba que “ser usado” passa a ser uma conseqüência disso. Porém, para conseguirmos abrir mão dessa vaidade, precisamos entender como Deus opera, como Ele usa quem Ele quer, na hora e do jeito que Ele quer.
Por exemplo:
Há pessoas desobedientes que Deus usa.
Isso mesmo, estou dizendo exatamente isso que você está lendo: Deus pode usar pessoas desobedientes, e até mesmo pessoas que estão em pecado. Isso é um fato.
É lógico e é provável que Ele não use essas pessoas da mesma forma, ou na mesma intensidade que usa aqueles que O obedecem e que são santos, mas apesar disso, Ele usa sim.
Nesse caso, Ele não usa essas pessoas porque elas estão obedecendo a Ele, ou porque elas são “boas”, ou porque Ele as aprova, não.
Ele as usa simplesmente porque quer usar, e ponto final.
A Bíblia revela que Ele usou até uma mula, isso mesmo, Deus encheu uma mula com o poder dele e a usou para falar com o Profeta Balaão (Números 22:28,30).
Se Ele fez isso com uma jumenta, então imagina o que Ele pode fazer com um ser humano…
Por exemplo:
Pode ser que aquela pessoa (crente desobediente, ou em pecado) esteja no lugar onde Deus quer entregar um recado a alguém, por isso Deus usa a vida dela(e), mas não necessariamente quer dizer que a pessoa está sendo aprovada por Deus.
Pode ser que Deus esteja “usando” aquela pessoa (que está em pecado) simplesmente por amor a uma igreja onde aquela (pessoa desobediente) está, ou seja, Deus pode estar operando por amor aos que estão lá, e não por causa da pessoa. Deus usa, não porque a pessoa está sendo aprovada, mas por amor as ovelhas dEle.
O fato de Deus usar, e da pessoa fazer muitas coisas com o poder do nome do Senhor, não significa que essa pessoa seja boa, ou esteja sendo aprovada.
Veja como Jesus nos revelou isso em Mateus 7.21 :

15. Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. (cuidado com os que falam em nome de Deus, mas que não são ovelhas – ovelhas obedecem ao Senhor)
16. Pelos seus frutos os conhecereis. (frutos são: o resultado das atitudes do caráter) Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?
17. Assim, toda árvore (árvore=pessoa) boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. (Bons frutos: Atitudes de bom caráter – Frutos maus: atitudes do mal caráter)
18. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons.
19. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo (essa árvore – pessoa – vai ser reprovada).
20. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis. (pelo resultado, pelas atitudes do caráter conheceremos cada pessoa)
21. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! (Senhor é Dono – “Nem todo que me diz: Tu és meu Dono”) entrará no reino dos céus, mas (entrará) aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. (só vai entrar quem for aprovado, e só será aprovado quem faz a vontade do pai, ou seja, quem obedece a Deus)
22. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! (meu Dono) Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? (fomos canal de operação do poder do Teu nome na terra, fomos usados por Ti quando vivemos na terra)
23. Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade. (não te conheço, saia de perto de mim – nunca houve um relacionamento verdadeiro entre nós – saiam de perto de mim os que praticam iniqüidade = atitudes pecaminosas baseadas num caráter corrompido que não se arrepende)
24. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica (obedece) será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; (segurança e proteção da rocha)
25. e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. (virão as lutas mas esse crente não vai cair – quem obedece se santifica, quem é santo é protegido contra os ataques do maligno)
26. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica (desobedece) será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; (vulnerável, desprotegido)
27. e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. (virão as lutas e esse crente desobediente não tem a proteção, por isso vai cair, e a queda será grande).


Repare que no começo dessa passagem, Jesus usa a palavra “frutos” como um sinônimo de “resultado”, ou seja, de “atitudes que revelam o caráter”.
Pelos frutos (atitudes) você e eu vamos conhecer as pessoas (vers.16), vamos conhecer o caráter delas
Exemplo:
Atitudes de arrependimento e atitudes de santidade revelam um caráter santo (como o de Jesus), ao contrário das “atitudes de iniqüidade”, que revelam um caráter iníquo, como o do diabo.
No versículo 22, Jesus mostra para nós que existem pessoas de caráter iníquo que operam até milagres, ou seja, Jesus revela que Deus usa muitas pessoas nesta vida… até pessoas que, lá no céu, no grande dia diante do Senhor, serão totalmente desaprovadas por terem vivido na prática da iniqüidade.
Essas pessoas podem ser usadas como instrumento do nome de Deus, elas fazem muitas coisas em nome de Deus… Mas não serão aprovadas… serão reprovadas por Ele.
São pessoas que deram mais valor ao mundo do que a santidade de Jesus. São pessoas (crentes) que deram mais valor aos dons, as obras, aos feitos, aos “holofotes”, a vaidade, do que a santidade de Jesus.
Santidade é o sinal do caráter de Cristo.
Já a mentira, a rebeldia, a desobediência, e a maldade (características da iniqüidade) são sinais do caráter do diabo.
Em Ezequiel (28.15) mostra quem foi o primeiro iníquo de todos:
“Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniqüidade em ti.”
Essa passagem está se referindo ao diabo antes da queda, foi nele que surgiu a iniqüidade, por isso ela é uma característica do caráter dele. Ele foi o primeiro “mau-caráter” da história.
Também foi nele que nasceu a vaidade, pois ele se envaideceu por causa dos seus dons…(Ezequiel 28.17)
Por isso nós não podemos dar mais valor aos dons que a santidade.
Não devemos valorizar uma pessoa primeiramente pelos seus dons, nem pela unção que flui dela(e), mas sim pelo seu caráter e seus bons frutos (frutos: resultado das atitudes do caráter).
É isso que deve chamar a nossa atenção.
Esse deve ser o critério para consagrar um líder, ordenar um pastor, etc.
Esse deve ser o critério para colocar alguém no altar de uma igreja. E não seus dons, e não “o quanto ele(a) é usado” por Deus. Afinal, Deus usa qualquer um.
Hoje em dia já virou “moda”, pastores e líderes convidarem pessoas para pregar ou cantar em suas igrejas, sem sequer ter uma referência segura sobre o caráter das mesmas. Colocam uma pessoa no altar, sem saber quem ela(e) é… Sem conhecer seu caráter, os frutos de sua vida… Isso é errado. O certo, é primeiro buscar informações e frutos que revelem o caráter da pessoa.
Certa vez li um livro que mostrava a ênfase dada ao caráter na história da vida de Noé (Ação da Cruz – Editora MCM).
podemos ver isso.
Veja como Deus se refere a ele:
“Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus.”


Quando Deus fala de Noé, Ele não cita a arca que ele construiu (durante 100 anos), nem outros feitos de Noé, Ele cita o caráter. É isso que chama a atenção de Deus.
O que nos fará sermos aprovados é termos o caráter de Cristo.
O caráter revela o nível de santificação de uma pessoa.
A santificação “forja” um novo caráter em nós: O caráter de Cristo. Por isso, santidade e bom caráter andam juntos.
Ao mesmo tempo que devemos querer ser santos, não devemos querer isso só porque a santidade atrai o mover, o agir e a unção de Deus… Não apenas porque a unção nos respalda e nos dá autoridade… Não.
Devemos querer ser santos porque devemos querer ser parecidos com Jesus em seu caráter. E o motivo disso, o motivo pelo qual uma pessoa quer a santidade e o caráter de Jesus em sua vida, deve ser porque O ama. E esse amor leva a obedecê-lo.
A motivação precisa ser o amor.
Isso é santidade.
Realmente a santidade atrai o mover, a unção e o agir de Deus, e por isso, é muito agradável ser santo(a). Por isso, é muito bom sentir Deus nos usar como um instrumento do agir dele (quando somos santos). Porém, além de “ser usado”, há algo muito especial e poderoso na santificação, algo que considero o grande privilégio de ser santo(a):
A santidade protege quem a vive e a possui.
Ou seja, a proteção é um benefício que a santidade (de Jesus) traz.
Entenda que “Ser usado” por Deus não te protege. Não adianta, não é a unção que te protege… Nem os dons espirituais… O que te protege é a santidade de Jesus.
Mas não se iluda, a santidade é eficaz somente enquanto ela existir em você. Ou seja, o que te protege é viver em santidade, e não viver na prática do pecado.
Esta frase (que ouvi do Pr. Ubirajara Crespo) precisa ficar gravada em nós:
“O que nos protege não é a unção, é a santidade, mas só enquanto ela existir”.


Eu sei que não é fácil pararmos de olhar e de supervalorizar os dons espirituais das pessoas ao nosso redor. Não é fácil pararmos de olhar para o quanto “Deus usa” as pessoas, e voltarmos a nossa atenção para a santidade e o caráter delas, mas apesar desse desafio, nós (Cristãos) precisamos lutar por isso nas igrejas e no meio do povo de Deus.
Se não fizermos isso, continuarão a surgir escândalos envolvendo o nome do nosso Senhor, e a situação ficará ainda pior, porque pessoas com o caráter deformado estarão sendo consagradas e honradas em púlpitos, nas plataformas, e expostas na mídia pelo Brasil (e pelo mundo) afora.
Se não pararmos, a igreja continuará envergonhando o nome do Senhor. E isso por causa do contraste de seus dons, do quanto Deus usa as pessoas… pessoas que, muitas vezes, ainda não tiveram seu caráter tratado.
Temos que entender que Deus nos usa por pura misericórdia, e nada mais.
Ser usado por Deus não pode significar “nada” para nós, porque o poder não é nosso, a glória não é nossa. É dEle.
Não devemos nos “deslumbrar” por sermos usados por Deus, pelo contrário, devemos nos lembrar o tempo todo que nós não somos nada sem Ele, e que a excelência do poder é dEle, e não nossa.

2 Coríntios 4:
5. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus.
6. Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.
7. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.


Nós somos apenas os vasos de barro nas mãos do Oleiro. Ele é o Oleiro, e Ele também é o Óleo que preenche o vaso. Mas o vaso sem o Óleo não é nada.
Quando eu leio o versículo 6:
“Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração…”
Eu só consigo pensar na minha história, e em como isso é verdade.
Até Outubro de 1997 eu estava “nas trevas”, e de lá, do fundo do poço espiritual e emocional, Jesus me resgatou… E fez resplandecer a luz dEle em minha vida…
A face dEle resplandeceu para mim, resplandeceu em meu coração, e eu nunca mais fui a mesma…
O que precisa nos “deslumbrar” é a glória de Deus!
É o caráter dEle! É a misericórdia dEle!
É o amor dEle transformando o nosso caráter!
O milagre da santidade dEle sendo transferida para nós… Porque éramos tão impuros, e hoje, por causa do poder dEle, da glória dEle, somos transformados.
Quando Deus te usar, glorifique a Ele sim! Faça isso.
Seja grato(a) a Ele por te usar. Dê a Ele toda a honra e toda a glória… Isso é certo.
Mas lute, lute para não se envaidecer por isso.
Lute para não pensar que isso, o fato de você “ser usado” por Deus é o máximo, ou que você é o máximo por isso.
Lembre-se que a glória é toda dEle.
Lembre-se que Ele usa qualquer um.

A Ele toda honra e toda glória para sempre!

Missionária Sarah Sheeva


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Identificando a heresia



Não é muito difícil para o cristão sincero identificar uma heresia. Existem alguns aspectos básicos que observados mostrarão a moderna estratégia do diabo, que é a conquista das mentes. 1) Desarmonia com a Bíblia: No trato com as doutrinas da Bíblia, podemos dividir os argumentos da seguintes maneira:

· Argumento Bíblico. · Argumento extra-bíblico. · Argumento anti-bíblico.

O argumento bíblico é aquele extraído da Bíblia, em uma interpretação correta e lógica. Jesus usou esse argumento em uma sinagoga em Nazaré acerca de sua missão
Lc 4:16-30. O argumento extra-bíblico é o argumento que não tem base na Bíblia, entretanto não se choca com os seus ensinamentos. Ex: Pregadores que usam estes argumentos em suas pregações devem tomar cuidado (um mil chegará dois mil não passará; faça da tua parte e eu te ajudarei, etc...). O argumento anti-bíblico é aquele que fere, torce, subtrai, acrescenta ou se choca com as verdades ensinadas na Palavra de JESUS. Aqui encontramos as heresias que são anti-bíblicas. Algumas são fundamentadas em versículo ou uma expressão isolada da Bíblia quando basta um pequeno conhecimento dos princípios auxiliares da Hermenêutica para refutá-las.

2) Unilateralidade de apreciação doutrinária: Em muitos casos a heresia é caracterizada pelo fato de "escolher" uma doutrina para nela descarregar suas atenções em detrimento das outras. Isto é, afirma a divindade de Cristo abandonando sua humanidade, preocupa-se com o corpo do homem e se aquece da sua alma ou do seu espírito.

3) Contradição com os fatos: História e doutrinas baseadas em fatos que não fornecem base para tal; incredulidade para com ensinamentos baseados em fatos reais, bíblicos ou com raízes bíblicas. Muitos bons cristãos tem sido enganados por coisas deste jaez (qualidade, sorte, laia).

4) Incoerência lógica: Nada impede que o bom senso e a razão sejam usados em matéria de religião. A maioria das heresias não resiste a um confronto lógico com a história, ciência, Bíblia ou com a religião propriamente dita. A Bíblia prevê o surgimento e a evolução das heresias como um sinal dos tempos.
COMO IDENTIFICAR UMA SEITA FALSA.

Existem alguns aspectos muito comuns às seitas falsas; dentre eles vamos ver alguns:

1) Jesus não é o centro das atenções: As seitas falsas, de um modo geral subestimam o valor de JESUS. As orientais têm os seus deuses ou profetas que colocam acima de tudo e os ocidentais ou substituem JESUS por outro "Cristo" ou colocam o Filho de Deus em segundo lugar, tirando-lhe a divindade e os atributos divinos. Exemplo: Ex 20:1-6, Sl 16:1-4, Sl 115:1-11.


2) Têm outras fontes doutrinárias além da Bíblia: Crêem apenas em partes da Bíblia. Admitem e aceitam como "inspirados" escritos de seus fundadores ou de pessoas que repartem com eles boa dose daquilo em que crêem. Alguns chegam até desacreditar da Bíblia, da qual fazem muitas restrições. II Tm 3:16.


3) Dizem serem os únicos certos: Uma das principais características de uma seita falsa é esta: Pode ter sido fundada há 5, 10, 20 ou 100 anos; isto não importa.


4) Usam de falsa interpretação: As interpretações que fazem do texto bíblico, desprezando os princípios auxiliares da Hermenêutica têm levado inúmeras pessoas às vezes bem intencionadas a fundarem uma seita. De um modo geral isso acontece pela total ignorância das regras de interpretação do nosso próprio idioma que são ensinados em nossos colégios. Obs.: O que é Hermenêutica? É a arte de interpretar textos, (dicionário) do grego hermenevein, interpretar, da qual nos ocuparemos, forma, parte da Teologia exegética, ou seja, a que trata da reta inteligência e interpretação das Escrituras bíblicas.


5) Ensinam ao homem a desenvolver sua própria salvação: Não somente ensinam os homens a se salvarem mas prometem uma salvação inteiramente naturalista em seu conceito. Os antigos egípcios ensinavam "preparai-vos para os julgamentos de Osíris observando as regras da boa conduta. Obs.: Osíris: deus do Nilo, da vegetação e também o deus dos mortos, que por ele eram julgados. Confúcio preceituava: "Andai nas veredas pisadas; sede bons cidadãos do império celeste". Obs.: Confucionismo: doutrina ética e política de Confúcio, filósofo chinês (551-479 A.C.).


6) São proselitistas: Uma das atividades principais das falsas seitas é "pescar no aquário dos outros". Fazem os seus neófitos não entre os doentes, aflitos, desesperados ou necessitados. Aproveitam a fé de quem já é possuído, aquele que têm em mira e com um pouco de sutileza conseguem desencaminhar até mesmo muitos bons cristãos para o meio deles. Devemos estar com os nossos olhos bem abertos para com essa gente (I Tm 4:1).

OS "ISMOS" DO PENSAMENTO HUMANO.


A busca do saber por parte do homem é conhecida teoricamente por "Filosofia", de Philos, "amigo", "amante" e sophia, "conhecimento, saber". A filosofia, segundo a tradição que remonta a Aristóteles, começa historicamente no século VI a.C., nas colônias gregas da Ásia Menor, entretanto, sabemos que o ser humano começou a filosofar desde que intentou no seu coração afastar-se de Deus. A pregação apostólica combate ferrenhamente a filosofia ou sabedoria dos gregos e ensina que verdadeira sabedoria vem do alto, de Deus e nunca de esforços humanos Tg 1:5; Pv 2:6-7; I Co 1:19-25. O mais importante é que essas escolas de pensamento fornecem às falsas religiões e seitas o material necessário à sua pregação. Há vestígios de uma ou mais filosofias seculares no contexto doutrinário de cada religião ou seita falsa detrimento das verdades divinas registradas na Palavra de Deus. Um exame cuidadoso e sincero mostrará isso.

Agnosticismo:


Este vocábulo agnosticism foi forjado (falsificado) em 1869 por Thomas H. Huxley. Filosofia naturalista e afeita às coisas e relações da ciência experimental.

"É o sistema que ensina que não sabemos, nem podemos saber se Deus existe ou não. A frase predileta do Agnosticismo é: "Não podemos crer". Um resumo do seu ensino é que Deus não existe. Osteismo, é absurdo, porque ninguém pode provar que Deus não existe. O teísmo não é menos absurdo, porque ninguém pode provar que Deus existe. Mentores do Agnosticismo: Huxley, Spencer e outros enganadores, porque Deus é facilmente compreensível pela alma sequiosa, honesta e constante; Rm 1:20.

CORRENTES DE PENSAMENTOS.

Animismo, Ascetismo, Ceticismo, Deísmo, Dualismo, Ecletismo, Empirismo, Epicurisma, Esoterismo, Espiritualismo, Estoicismo, Evolucionismo, Gnosticismo, Humanismo, Liberalismo, Materialismo, Monismo, Pauteismo, Pietismo, Pluralismo, Politeismo, Positivismo, Racionalismo, Unitarismo, Universalismo.

ASTROLOGIA

O que é Astrologia? É uma ciência divinatória que supõe a influência dos astros sobre o curso dos acontecimentos e sobre o destino dos seres humanos. Pretende que a posição dos corpos celestes num dado momento (nascimento da criança condicionou seu futuro "bom ou mau?". A vida torna-se, então, previsível e predizível pelo exame do céu. II Rs 21:6. Pelos documentos antigos que podem ser encontrados na biblioteca Assíria sabe-se que a idéia do homem de adorar, cultuar e mesmo pensar ser dirigido pelos astros data desde os primórdios da humanidade. Obs.: Astrologia e Astronomia são a mesma coisa? Astronomia ciência que estuda os astros. ASTROS - DEUSES. O curso do sol e outros planetas foram estabelecidos 1.000 A.C. Cinco eram conhecidos e juntando o sol e a lua formou-se o número místico sete. Correspondência de uma divindade maior: Marduk ou Nebiru (Júpiter) Ishtar ou Milita (Vênus) Ninurta ou Ninib (Saturno) Nebo ou Nabu (Mercúrio) Nergal ou Neinodhac (Marte) Sin ou Nannaru (Lua) Samas ou Shamash (Sol).

Esses deuses-planetas eram chamados interpretes, pois permitiam interpretar o futuro. A Igreja Católica na Idade Média aceitava, embora relutante a astrologia.

QUE É ZODÍACO?

A astrologia tomou esse termo da Astrometria. (Ciência que estuda as posições e os movimentos dos astros). O centro do Sol descreve na esfera celeste um círculo máximo. Sua trajetória aparente é plana e situada no plano que contém a Terra. A tal plano, dá-se o nome de "eclíptica" pois os eclipses só se produzem quando a lua atravessa. A zona limitada pelos dois círculos paralelos situados a 8° , 5, de cada lado da eclíptica, recebe o nome de "Zodíaco". Esta zona, por onde circulam os planetas do sistema solar, foi cortada em doze casas de 30° cada, nas quais o sol parece progredir à razão de 1° por dia; em outras palavras, a nossos olhos, ele percorre cada casa em um mês; esses os signos do Zodíaco. Assim, a expressão ter nascido sob o signo de carneiro, por exemplo, significa ter visto a luz durante o período da primavera - de 21 de março a 21 de abril - que a tradição o faz começar em Áries (carneiro) Jó 38:31-32.

OS SIGNOS DO ZODÍACO.

A astrologia moderna se baseia na história envolvida nos signos do Zodíaco. Como, porém, podemos explicar a existência desses signos? Quando os consideramos, descobrimos que não passam de invencionices e que são muitos especiais e peculiares.

CRENDICE POPULAR.

Os hindus têm a astrologia como base fundamental de sua religião, o mesmo acontecendo com outros povos orientais. No ocidente, a astrologia é largamente difundida e consultada. Nos programas de rádio, televisão, jornais, revistas, gibis, revistas de horóscopos, não faltam informações astrológicas que exploram a boa fé popular.


A ASTROLOGIA E A BÍBLIA.

Embora alguns estudiosos tentem combinar a astrologia com a Bíblia; sabemos que pela Palavra de Deus isto é abominação aos olhos do Senhor que a proibiu desde o princípio Dt 4:19. Obs.: Se tal ciência fosse verdadeira, a Bíblia apoiaria Is 47:12,13; II Rs 23:5. Os magos de Mateus 2 não eram astrólogos mas sim homens tementes a Deus e que esperavam a vinda do Messias de Israel (Lc 2:25 a quem foi dado em grande sinal da parte de Deus). Não somos dirigidos pelos astros e sim por Deus I Co 10:13 e a Bíblia ainda nos ensina fugir da idolatria I Co 10:14. A Astrologia é de origem pagã e idólatra. Seus "sacerdotes" são na maioria espiritualistas (espíritas) e se envolvem com o ocultismo. Quando não o são fazem da astrologia sua profissão, pois é muito rendosa, sempre envolvendo mentiras nas suas predições, sempre envolvendo os mesmos problemas: vida sentimental, financeira, saúde, problemas familiares, etc...

Cabe aos verdadeiros cristãos o combate destas abominações para que elas não tentem substituir a fé na direção divina e providencial (Jr 2:17).

O CATOLICISMO ROMANO.

O que quer dizer católico? A Igreja Católica afirma ser a única verdadeira Igreja de Cristo; alegando ser a Igreja que Jesus Cristo fundou (33 d.C) tendo em Pedro um dos seus discípulos, o seu primeiro papa. Apologistas: Justino (100-165) grego ® Filosofia perfeita. Tertuliano (160-320) advogado cartaginês. Mestres: Orígenes de Alexandria (185-253) maiores homens da Igreja. Foi vítima do Imperador Décio. At 8:1; At 2:1-8; Perseguição, imperadores: Nero 54-68, imperador Décio. As celebrações eram feitas a portas fechadas. Ex: Santa Ceia. E o povo não cedia às práticas pagãs, e havia amor fraternal, fidelidade e amor aos descrentes. Obs.: Os cristãos eram tidos como a pior classe de revolucionários, destruidores I Co 4:9-13; Mt 24:9-14. Décio: Pior imperador (250-260) (última perseguição Diocleciano).

"PAX LONGA" (260-303), perseguição suspensa por Galieno.

Obs.: O que é ser cristão?

É ter uma vida de moralidade superior de fraternidade cristã, de honestidade e bondade, eram as principais características. O Catolicismo Romano pode ser encarado como uma religião tão falsa como as outras. Infelizmente a Igreja Católica está usando uma estratégia que está enganando a muitas pessoas; trata-se do Ecumenismo que tem como principal finalidade enredar todos os credos na teia católica, e muitos evangélicos desapercebidos tem aceitado. A Igreja Romana conserva, ainda que teoricamente, algumas doutrinas básicas da fé cristã, como o nascimento virginal de Jesus Cristo, sua deidade sua ressurreição corporal e a doutrina da Trindade, mas com o passar do tempo ela vem acrescentando tradições, inovações e práticas religiosas, como a deificação de Maria, a canonização dos Santos e muitas crenças e práticas pagãs. Outro erro do Romanismo é ter como autoridade igual à Bíblia as tradições eclesiásticas; a própria Igreja Católica e os livros apócrifos, não inspirados pelo Espírito Santo que foram acrescentados no Canôn Sagrado em 1546.BB

Obs.: Estes livros foram escritos por judeus no período interbíblico entre Malaquias e Mateus; nunca foram conhecidos pelos teólogos judeus como inspirados e nem nunca foram citados por Jesus, nem pelos escritores do NT: (Tobias, Judite, Macabeus I e II, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc e no livro de Daniel tem o acréscimo de mais dois caps.: 13 e 14).


Apócrifos ® Obras ou fatos sem autenticidade.

As Igrejas eram autônomas e dirigidas e orientadas pelo E. S., o consolador prometido por Jesus; e não reconheciam nenhum líder sobre eles quer espiritualmente, quer administrativamente, papel atribuído ao próprio E. S.

Os cristãos sofreram muitas perseguições começando por Nero (54 a 68 A.D). No ano 323 d.C. surgiu o Édito de tolerância aos cristãos e no ano 312 d.C Constantino I adotou a religião cristã e no ano seguinte fez do Cristianismo a religião oficial do Império Romano nisto multidões de pessoas não convertidas sem experimentarem a genuína conversão por Cristo se uniram à Igreja. A partir daí, penetraram na Igreja ritos, cerimônias, crenças pagãs e as idolatrias e desde então passou a chamar: Igreja Católica Romana.

Obs.: Quanto aos verdadeiros cristãos ficaram marginalizados por não concordarem com tal situação, formando grupos à parte e passaram a serem perseguidos pelos outros "cristãos" e muitos dos seus líderes eram queimados na fogueira em praça pública e chamados de heréticos.

Inquisição: Antigo tribunal eclesiástico instituído com o fim de investigar e punir crimes contra a fé católica.

Nos primeiros 500 anos da Igreja não houve papa como hoje conhecemos. Nos dias apostólicos e nos séculos seguintes as igrejas locais eram independentes entre si, e reuniam-se em casas particulares. No então império Romano com o culto devotado ao imperador, não havia permissão para a construção de templos cristãos. As congregações reuniam-se em casas particulares (Cl 4:15; v fp 2, Rm 16:5, I Co 16:9).

O primeiro templo cristão foi construído no reinado de Alexandre Severo (222-233 d.C). As igrejas eram dirigidas por uma junta de pastores, sendo o seu dirigente chamado bispo ou presbítero. O presbitério, da igreja de Éfeso (I Tm 4:14). No fim do século IV, as igrejas cristãs do mundo evangelizado, ficaram sob a jurisdição de cinco grandes centros religiosos: Roma, Constantinopla, Alexandria, Antioquia, e Jerusalém. Seus dirigentes passaram a chamar-se "Patriarcas". No fim deste século 395 d.C. o grande império se dividiu em dois: o do Oriente, em Constantinopla, e do Ocidente com sede em Roma.

CONCÍLIO DE NICÉIA.

O concílio de Nicéia, na Ásia Menor (325 A.D.) presidido por Constantino, bem como os outros que lhe sucederam, eram compostos de todos os bispos, alguns nomeados pelo imperador; outros que se auto-nomeavam e outros que eram nomeados por líderes religiosos das diversas comunidades. Com o decorrer do tempo, o bispo de Roma passou a exercer autoridade sobre os outros, pelo fato de pertencer à antiga capital do mundo (Roma). A palavra papa que era usada para todos os bispos, passou a ser reservada só para o bispo de Roma. O primeiro bispo que resolveu governar a Igreja toda foi Inocêncio III (402-417), o segundo a fazer o mesmo foi Leão I (440-461 d.C.). Porém Gregório I (590-604) é que foi considerado o primeiro papa, começou a mandar nos reis em 741 foi instituída a doutrina da infabilidade do papa, que foi transformada em dogma em 1870. Porém a Igreja Católica Romana insiste em afirmar que o primeiro papa foi o apóstolo Pedro (Mt 16:18)



A 1° DIVISÃO.

A Igreja dividiu-se pela 1° vez em 869 d.C. no Concílio de Constantinopla, devido os abusos cometidos pelo Papa Nicolau I (856-867 d.C.). A parte Oriental da Igreja passou a chamar-se Igreja Ortodoxa Grega e não aceitava a autoridade do papa. E a parte Ocidental denominou igreja Católica Romana, doutrinas, crenças e práticas romanas.


1) A Bíblia, não é autoridade máxima e final em matéria de fé e prática da vida cristã. E se julgam os únicos a interpretarem corretamente a Bíblia. Isso é uma pretensão antibiblica, arbitrária e falsa. A Igreja evangélica tem somente a Bíblia como autoridade suprema quanto à fé e conduta de seus membros. Is 8:20; Is 30:8; Sl 19:7,8; Dt 4:2; Mt 15:2,6,9; Ap 22:18.



2) Purgatório: O Romanismo ensina que seus fiéis que morrem com pecados veniais não perdoados vão para o purgatório, para purgarem esses pecados, tal doutrina nega a eficácia da morte expiatória de JESUS CRISTO consumada na cruz do calvário. Jo 19:30; I Jo 1:7; Hb 9:12; Hb 10:12; Lc 16:19-31. A divisão que a Igreja Romana faz dos pecados mortais e veniais é antibíblica pois a Palavra de Deus nos diz que o único pecado que não tem perdão é a "blasfêmia contra o E.S." (Mt 12:22-32; Mc 3:20-30; Lc 11:14-23). Ao pecador penitente, convicto pelo Espírito Santo e sinceramente arrependido, Deus o perdoa de todo pecado Sl 103:3; Is 55:7; Is 1:18; 1 Jo 1:9; Rm 8:1. O salvo ao deixar este corpo entra imediatamente na presença do Senhor (2 Co 5:8; Fil 1:23). Os católicos citam em apoio ao purgatório Mt 5:25-26, onde Jesus se referia a um aprisionamento literal. 3) Maria, chamada "Mãe de Deus". Os católicos assim a chamam e a adoram como a Deus, dizem que ela intercede a Deus I Ts 2:5 por nós. E ainda afirmam que ela foi concebida sem pecado e que ascendeu ao céu do mesmo modo que Nosso Senhor JESUS CRISTO. E foi cheia da graça, porém não imaculada Lc 1:47. O que é imaculada?

Os católicos nos acusam de desprezarmos a ela, quando nos a honramos porque primeiro Deus a honrou escolhendo-a para ser a mãe de Deus. Segundo nós procuramos observar o único mandamento que ela nos deixou; (coisa que os católicos não fazem, Jo 2:5 e a primeira ordem do primeiro sermão do Senhor, Mc 1:15).

SEGURANÇA DA SALVAÇÃO:

O Romanismo ensina que enquanto uma pessoa está viva não tem meios para saber se está salva ou não. Estes confiam muito nas boas obras pessoais para serem salvos e crêem também na intermediação dos santos para serem salvos. Tudo isso é falta de conhecimento. Pois a salvação é mediante a graça divina e fé Tt 3:25; Rm 1:16; Rm 3:23-26; Gl 2:16; Jo 5:24 e Rm 8:16 A 2° DIVISÃO.


A 2° divisão se deu através de Martinho Lutero em 1521 quando Lutero deixou a Igreja Católica Romana e iniciou o movimento da Reforma Protestante. Quando lia em Rm 1:17 teve uma experiência com Deus, seu zelo religioso aprofundou-se e passou a compartilhar com outros a sua experiência. O papa sabedor disso excomungou-o e procurou exterminá-lo, mas alguns nobres alemães o apoiaram e o protegeram. Era o início da Reforma na Igreja; seu crescimento foi rápido na Europa. Roma criou a contra Reforma através dos Jesuítas para combater os evangélicos. Desde esta época o Romanismo se opõe aos Evangélicos.


MOVIMENTO ECUMÊNICO.

Os recentes papas João XXIII e Paulo VI trabalham no sentido de aproximar católicos e evangélicos. Os católicos já chamam os crentes de "irmãos separados" e não "hereges" como antigamente. Assim se iniciou o movimento Ecumênico.

A verdadeira união que nos convém é através de Jesus Cristo como nosso Salvador. (Ef 2:8-9, Gl 2:16) Quanto à raça humana somos todos irmãos, mas quanto à Igreja de Deus somos irmãos ambos nascidos pela fé em Cristo o cabeça da Igreja (I Co 11:3).