quinta-feira, 23 de maio de 2013

Arquiologia Biblica Das muitas definições dadas à Bíblia

Arquiologia Biblica
Das muitas definições dadas à Bíblia


Arquiologia Biblica Das muitas definições dadas à Bíblia, é provável que uma das mais interessantes tenha sido a de Gerald Wheeler que definiu a inspiração como “Deus falando com sotaque humano”. De fato, a Bíblia é a Palavra do Altíssimo entrando em nossa história e participando ativamente dela. Logo, seria interessante lembrar que as Escrituras Sagradas não nasceram num vácuo histórico. Elas possuem um contexto cultural que as antecede e envolve. Suas épocas, seus costumes e sua língua podem parecer estranhos a nós que vivemos num tempo e geografia bem distantes daqueles fantásticos acontecimentos, mesmo assim são importantíssimos para um entendimento saudável da mensagem que elas contêm. Como poderíamos, então, voltar a esse passado escriturístico? Afinal, máquinas do tempo não existem e idéias fictícias seriam de pouco valor nesta jornada. A solução talvez esteja numa das mais brilhantes ciências dos últimos tempos: a Arqueologia do Antigo Oriente Médio. Usada com prudência e exatidão, a Arqueologia poderá ser uma grande ferramenta de estudo não apenas para contextualizar corretamente determinadas passagens da Bíblia, mas também para confirmar a historicidade do seu relato. É claro que não poderemos com a pá do arqueólogo provar doutrinas como a divindade de Cristo ou o Juízo final de Deus sobre os homens. Esses são elementos que demandam fé da parte do leitor. Contudo, é possível – através dos achados – verificar se as histórias da Bíblia realmente aconteceram ou se tudo não passou de uma lenda. Aí, fica óbvio o axioma filosófico: se a história bíblica é real, a teologia que se assenta sobre essa história também o será. Talvez seja por isso que ao invés de inspirar a produção de um manual de Teologia, Deus soprou aos profetas a idéia de escreverem um livro de histórias que confirmassem a ação divina em meio aos acontecimentos da humanidade. Como tudo começou

A Septuaginta



A Septuaginta


A Bíblia dos cristãos primitivos, que falavam grego, era a Septuaginta. Quando Alexandre, o Grande, conquistou o mundo antigo no século IV a.C., a lingua franca (ou comum) do mundo passou a ser o grego. Com o passar do tempo, os judeus que habitavam fora da Palestina praticamente abandonaram o hebraico, adotando a língua grega. Assim houve necessidade de traduzir as Escrituras para esse idioma. Um grupo de anciãos e escribas judeus que viviam em Alexandria, no Egito (onde havia a maior concentração de judeus do mundo antigo), realizou esse trabalho por volta de 250 a.C. Há uma lenda entre judeus de que setenta e dois tradutores - seis representantes de cada uma das doze tribos - fizeram a tradução da Torá, trabalhando individualmente. Quando terminaram, compararam seus escritos e, para sua surpresa, eram todos idênticos! O termo Septuaginta vem do latim e significa "setenta", uma referência aproximada ao número de tradutores. Geralmente é abreviada como LXX (setenta em algarismos romanos). Os judeus que falavam grego e viviam fora da Palestina adotaram-na como sua Bíblia, e os cristãos primitivos fizeram o mesmo.

COMO SE FORMOU O ANTIGO TESTAMENTO



1. Os trinta e nove livros que compõem o AT foram escritos durante um período de mais de mil anos.

2. As histórias, os hinos, as mensagens dos profetas e as palavras de sabedoria foram agrupadas em coleções, que, com o tempo, foram juntadas e aceitas como escritura sagrada.

3. Alguns livros de história que são mencionados no AT se perderam. São eles: o Livro do Justo (Js 10.13), a História de Salomão (1Rs 11.41), a História dos Reis de Israel (1Rs 14.19) e a História dos Reis de Judá (1Rs 14.29)

4. Os Livros de Salmos e de Provérbios são obra de vários autores.

Fonte: Bíblia de Estudo NTLH
http://magnamosser.blogspot.com.br/