quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Alegria no sofrimento


ALEGRIA NO SOFRIMENTO

 Objetivo: levar os ouvintes a entenderem que mesmo em meio a sofrimentos, uma vez com Cristo, estes são transformados em alegrias. Texto: Filipenses 1: 9-18 Local: Congregação no Vale do Aviário

 INTRODUÇÃO
 Filipenses apresenta Jesus cristo, nossa alegria.

 É POSSÍVEL TER ALEGRIA NO SOFRIMENTO? ·

 A palavra alegria ou regozijo aparece 16 vezes na epístola. · Custa-nos crer que Paulo está escrevendo acorrentado na prisão. · Cidaco diz: Deus não tem prazer em nosso sofrimento, mas nossas aflições têm propósitos nobres, que vão além do momento. Por meio deles é que Deus nos trará grandes bênçãos. O resultado será uma fé amadurecida, um caráter solidificado, que nos permitirão resplandecer como nunca a luz da glória de Cristo.

 É POSSÍVEL TER ALEGRIA NO SOFRIMENTO?
 Paulo como exemplo.

 1 – NO SOFRIMENTO: ORAR (v.9-11) hoje, quando oramos, nossa preocupação maior é com o que é exterior (doenças, problemas, família) e para Paulo o conteúdo de nossa oração é o interior: · Que o amor aumente (v.9) – amor que nos une a Cristo. · Aumente o conhecimento (v. 9) – não podemos crescer sem o conhecimento da Palavra de Deus. (crescimento doutrinário) · A percepção (discernimento) (v.9) – distinguir, discriminar as coisas. Agindo assim, resultará em: prioridades corretas. (v.10) Capacidade de organizar nossos deveres. Nossas prioridades: · Deus · Companheiro · Filhos · Trabalho · Trabalhos da igreja § Vida sincera (pureza) – sem cera. § Vida inculpável (irrepreensível) – não significa vida sem erros, mas sim uma vida que não tem prazer no erro. § Vida justa, com propósito (v.11) § Para o dia de Cristo: quando a doutrina da volta de Cristo é entendida e biblicamente vivida ela produz vidas sinceras, inculpáveis, cheia de frutos (Tito 2:11-13) Quantos cristãos encaram a oração como se fosse um dever, em vez de um maravilhoso canal de comunhão com Deus. Orar produz alegria.

 2 – NO SOFRIMENTO: SOMOS USADOS (12-14) A situação de Paulo · O que aconteceu com ele? (v.12) – Contribuiu para o progresso do evangelho · Quem Paulo evangelizou? (v.13) – A guarda Pretoriana, soldados da elite da corte romana. § Paulo estava preso a um soldado. O povo vinha ouvir Paulo pregar. O interesse dos soldados pelo evangelho os fazia falar dele por toda parte. · Quem Paulo inspirou? (v.14) – Essa atitude deu coragem aos irmãos para pregar sem receio. Há grande poder no testemunho do crente fiel. O crente que trabalha para Cristo, quando tudo está contra, serve de estimulo para outros.

 3 – NO SOFRIMENTO: ALEGRO-ME (15-18) A motivação de Paulo e dos outros. · Alguns são motivados pela auto-promoção (v.15) – política, inveja, etc. (valores terrenos). Gl 1.6-9: qualquer coisa além do que foi ensinado é anátema (maldito). · A motivação de outros era genuína (v.15) – (a alegria de Paulo, que mesmo acorrentado, anunciava o evangelho, motivou-os) – efeito em outros > proclamar as boas novas. · A motivação de Paulo (18) – Cristo era sua motivação. “A alegria é um pássaro; deixe-a voar livremente para que o seu canto seja ouvido por todos os homens”. · Os pecadores são atraídos a Jesus pela alegria dos crentes. · Cristo deve ser sua alegria, sua confiança, e o alvo da sua vida. Paulo fala-nos do seu alegre triunfo sobre circunstâncias difíceis, graças à sua confiança em Cristo.

 CONCLUSÃO
 O que determina o seu comportamento, a sua alegria? São as circunstancias? O meio ambiente? Ou a sua convicção profunda de que Jesus Cristo é o seu Salvador, Senhor, Mestre e capitão da sua alma. Se Ele ainda não o é, determine hoje levar Deus e a Sua Palavra a serio, e você verá que Jesus trará uma paz mesmo nas adversidades.

 Magna Mosser 20/05/2003