sábado, 7 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012
Aimee Aimee Elizabeth Kennedy nasceu em uma fazenda em Salford, Ontario, Canada.[3] Seu pai, James Kennedy, era um fazendeiro.[4] A jovem Aimee foi primeiramente exposta a religião através da sua mãe Mildred, conhecida como "Minnie". O trabalho posterior de McPherson na difusão do Evangelho foi o resultado da observação do trabalho de sua mãe com os pobres no Exército da Salvação cozinhando sopas. Quando criança ela brincava de "Exército da Salvação" com seus colegas de classe e em casa reunia uma congregação com as suas bonecas, dando-lhes um sermão.[5] Na adolescência, Aimee desviou-se dos ensinamentos da sua mãe lendo romances, indo ao cinema e à bailes, os quais eram fortemente desaprovados pelo Exército da Salvação. No colegial, ela foi ensinada sobre a Teoria da Evolução de Charles Darwin[6], isto lhe fez questionar os pastores locais sobre fé e ciência, contudo ficou descontente com a falta de respostas que recebeu.[7] Ela, então, enviou uma carta ao jornal canadense, Family Herald and Weekly Star, perguntando por que os contribuintes apoiavam o ensino da evolução nas escolas públicas.[8] Ainda estando no colegial, Aimee iniciou uma cruzada contra a evolução, iniciando uma labuta por toda a vida. Carreira Robert e Aimee Semple (1910) Em dezembro de 1907, foi com seu pai a uma Reunião de Avivamento, promovida por Robert Semple, evangelista irlandês. A mensagem de Robert, a toca profundamente, mas, ainda assim Aimee tentou fugir procurando por três dias se distrair das palavras do evangelista em músicas de jazz. Mas três dias após aquela pregação, voltando para casa de trenó, Aimee se converteu. Daí pôr diante Aimee passou a buscar a presença de Deus. Muitas indagações surgiram na mente de Aimee sobre o Ministério da Mulher, sanadas pela Bíblia. Na primavera, Robert Semple, o evangelista, vindo de Stanford, vai visitar algumas crianças doentes. Conversando, Robert lhe diz: Sei que tem apenas 17 anos, mas eu a amo de todo coração. Logo vai fazer 18. Quer casar-se comigo e ir em minha companhia para a China? Aimée o aceitou. Robert falou com os pais de Aimée, pedindo consentimento, e de maneira simples e franca tiveram sua bênção. No dia 22 de agosto de 1908 se casaram. E, segundo Aimée, ele foi o seu Seminário Teológico, seu mentor espiritual, seu marido terno, paciente e dedicado. Para ajudar no salário como evangelista, Robert trabalhou numa fábrica de caldeiras. Os dias melhoraram e ele foi chamado para Londres, Ontário e Chicago. Ele trabalhava incansavelmente para Deus, e Aimée fazia as tarefas menores, cuidava da casa, tocava piano e orava com os convertidos. "Vamos para a China em seis semanas", anunciou Robert certa noite. "Vamos colher pérolas amarelas para a coroa que depositaremos aos pés do Salvador". Na China Ao pregarem numa igreja de italianos, para se despedirem, foram surpreendidos com ofertas em dinheiro, cheques, ouro, etc. Quando chegaram em casa, a soma deu para as passagens e um pouco mais. Depois de pregarem no Canadá voltaram a Ingersoll para se despedirem dos pais de Aimée. Daí seguiram para Irlanda, a fim de visitar e também se despedirem da família de Robert. Aimee está grávida. Primeiro passariam na Inglaterra. Em Londres iriam procurar Cecil Polhill, o milionário cristão que, com certeza, os ajudaria a chegar ao seu almejado destino. Ali, Aimée fez a sua primeira pregação, numa convenção onde estavam reunidas cerca de 15 mil pessoas. A oferta feita pôr Polhill os levara à China. Lá chegando, os missionários vestidos de branco, exclamaram: "Ei, vocês aí. Bem vindos à China!" Ficaram algum tempo numa grande missão e foram iniciados sobre a maneira e os meios de começar suas tarefas. Logo depois de sua chegada, Robert começou a pregar o Evangelho através de um intérprete, e Aimée a procurar uma casa. Foi acometida de malária tropical, ficando um mês, dia e noite, no leito. A sua única preocupação era a criança. Robert também caiu doente, tentou relutar e, com muito esforço, deixou a cama para lutar pela vida, mas a cada dia foi piorando, prostando-se no hospital, mas Robert acabou morrendo desta doença. Devagar, ganhando velocidade aos poucos, o Empress foi deixando a linha costeira da China, levando Aimée e sua filha com apenas 13 semanas, de volta para América, ela pensava que agora teria que decidir tudo sozinha, resolvendo procurar bons amigos de Robert, buscando uma orientação para sua nova vida. Dificuldades pessoais e ministeriais Com a morte de Robert Semple, Aimée começa a passar por dificuldades financeiras e também necessita dedicar mais tempo a sua filha, pois estava com a saúde muito fragilizada, seus problemas pessoais cada dia mais dificultavam sua vida ministerial. Em meio a tantas dificuldades pessoais e ministeriais, Aimee Semple aceitou casar-se com Harold McPherson; seria a oportunidade de reconstruir um lar seguro para ela e sua filha, também a oportunidade de desenvolver o seu ministério com mais tranqüilidade. Durante algum tempo o marido de Aimée passou por dificuldades financeiras, ela começou a arrecadar ofertas para o Exército de Salvação, com isso conseguia ajudar nas despesas da casa. Neste período engravidou; quando seu filho Rolf McPherson nasceu teve que parar de trabalhar. Dedicando-se totalmente aos filhos e a rotina do lar, tendo que deixar sua chamada, Aimée caiu num estado de depressão, adoecendo gravemente e foi levada a um hospital. Aimée pedia a cura a Deus, mas a cada pedido ouvia o Senhor dizendo: "Tu irás? Pregarás a palavra?". Mas somente depois de um ataque repentino de apendicite que a levou a 5 operações em um mesmo dia, chegando ao ponto de pedir a morte, durante a madrugada ouviu a voz do Senhor: "Agora tu irás?"; quase sem forças respondeu-lhe: "Sim, Senhor, eu irei". Em 15 dias ela estava totalmente recuperada. Não se sentindo forte, para entrar em discussão com seu marido e sogra quanto ao seu chamado, resolveu partir com seus filhos, voltando para o ponto de origem, Canadá. Encontrou total apoio de seus pais, que se ofereceram para cuidarem de seus filhos, telegrafou para seu marido pedindo que ele fosse ao seu encontro. Aimée participou de um encontro pentecostal em Ontário, onde teve um novo encontro com Deus, assim iniciando o seu ministério no Canadá, apesar de na época ser raro uma pregadora, foi respeitada e aceita pelos sinais que Deus operava através de sua vida. Ministério Em sua primeira campanha em Mount Forest, em 1915, McPherson mandou-lhe um telegrama para que voltasse para sua casa. Ela não aceitou, e ele veio ao seu encontro e ouvindo uma de suas pregações reconheceu o chamado de Deus na vida dela, estimulando-a a continuar. A primeira Edição da revista Bridall Call foi lançada em 1917, Aimée fez sua primeira viagem transcontinental em 1918, atravessou o continente em seu carro com uma frase: "Carro do Evangelho" e "Jesus voltará, prepare-se!", acompanhada pelo casal de filhos, sua mãe e uma secretária. Entre 1918 e 1923 realizou 38 campanhas; no ano 1922 o seu ministério tornou-se internacional quando realizou uma campanha na Austrália. Neste mesmo ano na Califórnia quando pregava sobre a visão de Ezequiel 1:1-28 foi inspirada a denominar o seu ministério como Quadrangular. No dia 1 de janeiro de 1923, foi inaugurado o templo Sede Internacional Angelus Temple com capacidade para 5000 pessoas. Aimée dirigia 21 cultos por semana, nos primeiros meses 7000 pessoas encontraram a salvação em Jesus Cristo. Trinta e três dias depois foi inaugurado o Instituto de Treinamento Evangelistico e Missionário, Aimée também consagrou uma sala de oração baseada no versículo "Orar sem Cessar". Em 6 de fevereiro de 1924 consagrou a primeira rádio pertencente a uma igreja nos Estados Unidos e a terceira de emissora em Los Angeles, a KFSG. Aimée também foi autora de vários livros, 105 hinos e 13 opéras sagrada. Sequestro Durante um passeio na praia foi abordada por uma senhora que chorava muito e pedia para que fosse orar pela sua filha que estava morrendo no carro, chegando ao carro percebeu que era uma cilada e foi sequestrada. Chegando ao cativeiro indagou aos sequestradores a razão do seu sequestro, e eles disseram que pediriam um resgate e ficariam com o Templo. Ficou presa por quase um mês em uma casa, depois levada para uma cabana primitiva por dois ou três dias, quando se viu sozinha pulou a janela, conseguindo escapar para o deserto, onde andou o dia inteiro, passando por muitos perigos. Já era madrugada quando avistou uma casa, onde foi pedir ajuda. O senhor Gonçales chamou a policia do Arizona para registrar o sequestro e avisar sua mãe; a polícia registrou o sequestro e a encaminhou para o hospital, não acreditando que tratava da senhora McPherson, chamaram um editor para identificá-la, ele confirmou e assim ela pode entrar em contato com sua mãe pelo telefone. Todos quando souberam da notícia no Templo, ficaram muito felizes com a volta da irmã McPherson. Nesta época ela foi muito perseguida pelos jornalistas e autoridades que não acreditaram em sua história. Volta ao Ministério Aimée voltou à suas viagens evangelísticas. Uma parada nessa viagem foi na cidade Baltimore, onde os jornais divulgaram-na como "Mulher Milagrosa", através desse anuncio o teatro ficou repleto de paralíticos e doentes. Durante as viagens evangelísticas, sua mãe cuidava com eficiência do Templo em Los Angeles. Com a morte de sua mãe, Aimée assumiu o Templo, tendo um desgaste físico e mental, adoecendo gravemente e seu filho Rolf, que havia voltado de uma viagem evangelística assumiu a liderança. Sua Morte Na noite de 26 de setembro de 1944, Aimée pregou o seu último sermão perante uma multidão na Califórnia. Esta foi a mesma cidade em que 22 anos antes recebeu a visão do Evangelho Quadrangular.

segunda-feira, 2 de julho de 2012
JUÍZES
JUÍZES
Autor: Desconhecido
Data: Entre 1050 e 1000 aC
O autor de Juízes é desconhecido. O Talmude atribui o livro de Juízes a Samuel. Este bem pode ter escrito partes do Livro, já que se afirma que era um escritor (1Sm 10.25). Data O Livro de Juízes cobre o período entre a morte de Josué e a instituição da monarquia. A data real da composição do livro é desconhecida. No entanto, evidências internas indicam que ele foi escrito durante o período inicial da monarquia que se seguiu à coroação de Saul. Porém antes da conquista de Jerusalém por Davi, cerca de 1050 a 1000 aC. Esta data tem o apoio de dois fatos: 1) As palavras “naqueles dias, não havia rei em Israel” (17.6) foram escritas num período em que Israel tinha um rei. 2) A declaração de que “os jubuseus habitaram com os filhos de Benjamim em Jerusalém até ao dia de hoje” (1.21) aponta para um período anterior à conquista da cidade por Davi (2Sm 5.6,7). Contexto Histórico Juízes cobre um período caótico na história de Israel: cerca de 1380 a 1050 aC. Sob a liderança de Josué, Israel conquistou e ocupou de forma geral a terra de Canaã, mas grandes áreas ainda permaneceram por ser conquistadas pelas tribos individualmente. Israel praticava continuamente o que era mau aos olhos do Senhor e “não havia rei em Israel, porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos” (21.25). Ao servirem de forma deliberada a deuses estranhos, o povo de Israel quebrava a sua aliança com o Senhor. Em conseqüência, o Senhor os entregava nas mãos dos opressores. Cada vez que o povo clamava ao Senhor, este, com fidelidade, levantava um juiz a fim de prover libertação ao seu povo. Estes juizes, a quem o Senhor escolheu e ungiu com o seu Espírito, eram militares e civis. O Livro de Juizes não olha apenas retroativamente para a conquista de Canaã, liderada por Josué, registrando as condições em Canaã durante o período dos juízes, mas também antecipa o estabelecimento da monarquia em Israel. Conteúdo O Livro de Juizes está dividido em três seções principais: 1) Prólogo (1.1-3.6) 2) narrativas (3.7-16.31); e 3) epílogo (17.1-21.25). A primeira parte do prólogo (1.1-2.5) estabelece o cenário histórico para as narrativas que seguem. Ali é descrita a conquista incompleta da Terra Prometida (1.1-36) e a reprimenda do Senhor pela infidelidade do povo à sua aliança (2.1-5). A segunda parte do prólogo (2.6-3.6) oferece uma visão geral do corpo principal do Livro, que são as narrativas. Estas descrevem os caminhos rebeldes de Israel durante os primeiros séculos na Terra Prometida e mostram como o Senhor se relacionou com a nação naquele período, um tempo caracterizado por um ciclo recorrente de apostasia, opressão, arrependimento e libertação. A parte principal do livro (3.7-16.31) ilustra esse padrão que se repete na história antiga de Israel. Os israelitas faziam o que era mau aos olhos do Senhor (apostasia); o Senhor os entregava nas mãos de inimigos (opressão); o povo de Israel clamava ao Senhor (arrependimento); e, em resposta ao seu clamor, o Senhor levantava libertadores a que ele capacitava com o seu Espírito (libertação). Seis indivíduos— Otniel, Eúde, Débora, Gideão, Jefté e Sansão—, cujo papel de libertadores é narrado com mais detalhes, são classificados como “juízes maiores”. Seis outros, que são mencionados rapidamente— Sangar, Tola, Jair, Ibsã, Elom e Abdom—, são conhecidos como “juízes menores”. Um décimo terceiro personagem, Abimeleque, está vinculado à história de Gideão. Duas histórias são acrescentadas ao Livro de Juízes (17.1—21.15) na forma de um epílogo. O propósito desses apêndices não és estabelecer um final ao período dos juízes, mas descrever a corrupção religiosa e moral existente nesse período. A primeira história ilustra a corrupção na religião de Israel. Mica estabeleceu em Efraim uma forma pagã de culto ao Senhor, a qual foi adotada pelos danitas quando estes abandonaram o território que lhes coube por herança e migraram para o norte de Israel. A segunda história no epílogo ilustra a corrupção moral de Israel ao relatar a infeliz experiência de um levita em Gibeá, no território de Benjamim, e a conseqüente guerra benjamita. Aparentemente, o propósito desta seção final do livro é ilustrar as conseqüências da apostasia e anarquia nos dias em que “não havia rei em Israel”. Fonte: Bíblia Plenitude
Autor: Desconhecido
Data: Entre 1050 e 1000 aC
O autor de Juízes é desconhecido. O Talmude atribui o livro de Juízes a Samuel. Este bem pode ter escrito partes do Livro, já que se afirma que era um escritor (1Sm 10.25). Data O Livro de Juízes cobre o período entre a morte de Josué e a instituição da monarquia. A data real da composição do livro é desconhecida. No entanto, evidências internas indicam que ele foi escrito durante o período inicial da monarquia que se seguiu à coroação de Saul. Porém antes da conquista de Jerusalém por Davi, cerca de 1050 a 1000 aC. Esta data tem o apoio de dois fatos: 1) As palavras “naqueles dias, não havia rei em Israel” (17.6) foram escritas num período em que Israel tinha um rei. 2) A declaração de que “os jubuseus habitaram com os filhos de Benjamim em Jerusalém até ao dia de hoje” (1.21) aponta para um período anterior à conquista da cidade por Davi (2Sm 5.6,7). Contexto Histórico Juízes cobre um período caótico na história de Israel: cerca de 1380 a 1050 aC. Sob a liderança de Josué, Israel conquistou e ocupou de forma geral a terra de Canaã, mas grandes áreas ainda permaneceram por ser conquistadas pelas tribos individualmente. Israel praticava continuamente o que era mau aos olhos do Senhor e “não havia rei em Israel, porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos” (21.25). Ao servirem de forma deliberada a deuses estranhos, o povo de Israel quebrava a sua aliança com o Senhor. Em conseqüência, o Senhor os entregava nas mãos dos opressores. Cada vez que o povo clamava ao Senhor, este, com fidelidade, levantava um juiz a fim de prover libertação ao seu povo. Estes juizes, a quem o Senhor escolheu e ungiu com o seu Espírito, eram militares e civis. O Livro de Juizes não olha apenas retroativamente para a conquista de Canaã, liderada por Josué, registrando as condições em Canaã durante o período dos juízes, mas também antecipa o estabelecimento da monarquia em Israel. Conteúdo O Livro de Juizes está dividido em três seções principais: 1) Prólogo (1.1-3.6) 2) narrativas (3.7-16.31); e 3) epílogo (17.1-21.25). A primeira parte do prólogo (1.1-2.5) estabelece o cenário histórico para as narrativas que seguem. Ali é descrita a conquista incompleta da Terra Prometida (1.1-36) e a reprimenda do Senhor pela infidelidade do povo à sua aliança (2.1-5). A segunda parte do prólogo (2.6-3.6) oferece uma visão geral do corpo principal do Livro, que são as narrativas. Estas descrevem os caminhos rebeldes de Israel durante os primeiros séculos na Terra Prometida e mostram como o Senhor se relacionou com a nação naquele período, um tempo caracterizado por um ciclo recorrente de apostasia, opressão, arrependimento e libertação. A parte principal do livro (3.7-16.31) ilustra esse padrão que se repete na história antiga de Israel. Os israelitas faziam o que era mau aos olhos do Senhor (apostasia); o Senhor os entregava nas mãos de inimigos (opressão); o povo de Israel clamava ao Senhor (arrependimento); e, em resposta ao seu clamor, o Senhor levantava libertadores a que ele capacitava com o seu Espírito (libertação). Seis indivíduos— Otniel, Eúde, Débora, Gideão, Jefté e Sansão—, cujo papel de libertadores é narrado com mais detalhes, são classificados como “juízes maiores”. Seis outros, que são mencionados rapidamente— Sangar, Tola, Jair, Ibsã, Elom e Abdom—, são conhecidos como “juízes menores”. Um décimo terceiro personagem, Abimeleque, está vinculado à história de Gideão. Duas histórias são acrescentadas ao Livro de Juízes (17.1—21.15) na forma de um epílogo. O propósito desses apêndices não és estabelecer um final ao período dos juízes, mas descrever a corrupção religiosa e moral existente nesse período. A primeira história ilustra a corrupção na religião de Israel. Mica estabeleceu em Efraim uma forma pagã de culto ao Senhor, a qual foi adotada pelos danitas quando estes abandonaram o território que lhes coube por herança e migraram para o norte de Israel. A segunda história no epílogo ilustra a corrupção moral de Israel ao relatar a infeliz experiência de um levita em Gibeá, no território de Benjamim, e a conseqüente guerra benjamita. Aparentemente, o propósito desta seção final do livro é ilustrar as conseqüências da apostasia e anarquia nos dias em que “não havia rei em Israel”. Fonte: Bíblia Plenitude

domingo, 1 de julho de 2012
PECADO É COISA SÉRIA
PECADO É COISA SÉRIA
Anuncia ao meu povo a sua transgressão... (Isaías 58.1b)
Os tempos são de total relativização. O que se diz atualmente é que a verdade é plural, depende de cada pessoa. A palavra pecado nem mesmo é mencionada. Virou algo do tempo da vovó. Entretanto, a Bíblia afirma que pecado é transgressão, é errar o alvo, 1 Jo 3.4. Também tem o sentido de contração de dívida, Mt 6.12, desobediência - ouvir mal, Hb 4.2. Além disso, refere-se à idolatria e rebeldia. Paulo afirma que Jesus morreu por nossos pecados, 1 Co 15.3. João disse que o pecado procede do maligno e que Jesus se manifestou para desfazer as obras do Diabo, 1 Jo 3.8. Diante disto, conclui-se que pecado é algo para ser levado muito a sério.
O salário do pecado é a morte, Rm 6.23. Todo pecado traz consequências; faz separação entre você e o Senhor. Satanás pôde resistir à autoridade do sumo sacerdote porque este estava com as vestes sujas, Zc 3.1-3, que simbolizam vida de pecado.
Deus ordenou que o profeta Isaías anunciasse, como voz de trombeta, o pecado e a transgressão do povo. Deus queria apenas condená-los? Absolutamente não! Deus queria perdoar-lhes e livrá-los. Deus tinha promessas incríveis para o seu povo. Contudo, o pecado precisava ser tratado.
Aproveite para orar a Deus a respeito de pecados em sua vida. Peça a Deus para revelá-los como ele fez ao povo. Deixe que o Senhor trabalhe na sua vida.

OS QUATRO EVANGELHOS
OS QUATRO EVANGELHOS
Cada um dos autores dos quatro Evangelhos procurou preservar, por escrito, as boas notícias a respeito da vida e dos ensinamentos de Jesus. Eles não eram historiadores, por assim dizer; eram evangelistas, isto é, escreveram os seus relatos para fortalecer a fé dos seus leitores (Jo 20.30-31).
Antes mesmo de existirem os Evangelhos escritos, em obediência à ordem de Jesus, os apóstolos e as outras testemunhas foram a várias partes do mundo, proclamando as boas novas (Mt 28.18-20).
Tudo indica que, pouco a pouco, começaram a aparecer documentos escritos, que contavam o que Jesus havia feito e ensinado. Esses documentos se tornaram importantes especialmente quando as testemunhas oculares começaram a morrer. Segundo os especialistas, um desses documentos, que registrava ensinamentos de Jesus, teria sido usado pelos escritores dos Evangelhos de Mateus e Lucas. Esse fato explicaria as semelhanças entre, por exemplo, o Sermão do Monte em Mateus (caps. 5—7) e as passagens paralelas em Lucas.
Acredita-se que o Evangelho de Marcos tenha sido escrito antes dos demais, lá pelo ano 65 d.C. Os Evangelhos de Mateus e de Lucas foram escritos, ao que parece, na década dos anos 80 d.C., e o Evangelho de João, na década dos anos 90 d.C.

Manuscritos do Antigo Testamento
Manuscritos do Antigo Testamento
Os manuscritos eram documentos copiados a mão. Eles eram feitos de dois materiais: o papiro e o pergaminho. Há dois tipos de pergaminhos: Unciais com letras maiúsculas e mais antigas, e cursivas com letras minúsculas e mais recentes.
Nós temos mais ou menos 80 papiros e mais ou menos 4.900 pergaminhos.
Os manuscritos do Antigo Testamento servem de base para a tradução moderna da Bíblia Sagrada. São eles:
Papiro
Texto Massorético (800 d.C.) – Vem da palavra massoreta. Literalmente significa transmissores. Quem eram os massoretas? Eram grupos de judeus eruditos que viveram e trabalharam no ano mais ou menos de 700 a 1000 d.C. Nessa época havia pouco conhecimento de hebraico e eles estavam preocupados com as traduções atuais dos textos. Eles receberam os textos SOFERINS (escribas). O que eles fizeram? Fizeram três coisas: a) Acrescentaram os acríticos (vogais) nos textos originais hebraicos. b) Copiaram com muito cuidado os textos antigos e formou um texto oficial c) Criaram o escrito e o lido; d) Após ter preparado os textos oficiais queimaram os manuscritos antigos.
Textos Targuns (100 a.C.) – Tradução do texto hebraico para o aramaico. É uma paráfrase, isto é, apenas como comentário do texto.
Texto Pentateuco Samaritano (720 a 200 a.C.) – Foi escrito em hebraico. Só aceitavam o Pentateuco como inspirado. Tem algumas variantes textuais de propósito como Deuteronômio 27,13-14 onde trocam o monte Ebal para Gerizim para confirmarem suas doutrinas.
Texto Síriaca – Feita em 100 antes de Cristo.
Texto Vulgata – Versão escrita em latim. Versão da Igreja Católica Romana escrita e traduzida pelo padre Jerônimo. Esta versão inclui os livros apócrifos.
Texto Septuaginta ou LXX – Tradução do Antigo Testamento para o grego. Foi feita por mais ou menos 72 judeus no Egito no terceiro século a.C. Esta versão era muito usada no primeiro século da era cristã. Foi usada por Cristo e pela Igreja Primitiva. A melhor tradução é o Pentateuco e a pior é o livro de Daniel. Os rolos do Mar Morto encontrados em 1947 por um jovem pastor árabe veio confirmar a sua fidedignidade devido às semelhanças com os textos massoréticos.

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